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SETOR MÉDICO-HOSPITALAR

SETOR MÉDICO-HOSPITALAR

O mercado brasileiro de saúde passa por um momento de profundas transformações. É o início de um ciclo disruptivo com duas origens: o fim da proibição de investimento estrangeiro em empresas de assistência à saúde no Brasil e a necessidade de reinventar o modelo existente para permitir a sua sustentabilidade.

O setor de saúde nacional está na mira dos grandes fundos de private equity, focados na compra de participações em empresas. A lista de ativos que atrai o interesse destes investidores inclui planos de saúde, laboratórios de diagnóstico, fabricantes de equipamentos e medicamentos, além de hospitais.

De acordo com a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), o setor foi responsável por 9,3% do PIB e, 2014. Em 2015, foi o terceiro maior em geração de empregos com quatro milhões de trabalhadores e um total de 72,2 milhões de beneficiários (sendo 50,3 milhões em planos médicos e 21,9 milhões em planos odontológicos). A mesma instituição aponta que os principais desejos da população brasileira por ordem de prioridade são: educação, casa própria e plano de saúde.

Todos estes números mostram oportunidades de investimento para o capital internacional e um movimento de consolidação e profissionalização do segmento brasileiro de saúde. Tal movimento só passou a ocorrer de maneira clara e estruturada em 2015, após a sanção da Lei 13.097/2015, que altera a Lei 8.080/1990 e “permite a participação direta ou indireta, inclusive controle, de empresas ou de capital estrangeiro na assistência à saúde”. Assim, empresas como United Health, Bain Capital, Grupo Sanitas Internacional, dentre outras, já se posicionaram como importantes players no mercado brasileiro.